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sexta-feira, 1 de abril de 2016

Verdades

Falar a verdade e ouvir a verdade não são atributos comuns para a maioria das pessoas. Como é difícil, por vezes, tratarmos a verdade, como ela tem de ser. Em muitas ocasiões, desejamos que “a nossa” verdade seja prevalecida, e não ouvimos o que o outro tem a nos dizer.

Diante disso tudo, chegamos apenas a uma conclusão: Nós não temos em nós mesmos a verdadeira verdade – a redundância aqui se faz necessária. Somos seres humanos e falhos. Por mais que desejemos não somos detentores da absoluta verdade. Somos enganados, diversas vezes, por nosso próprio coração.

Mas como então buscar viver a verdade? Lamento lhe dizer, mas na esperança em homens, isso jamais será possível. Não há um homem, em absoluto, verdadeiro. Todos nós, uma vez ou outra fracassamos em nossos próprios sentimentos e verdades que julgamos ter.

Entretanto, há uma única possibilidade de você encontrar a verdade: Buscar em CRISTO aquilo que jamais você poderá ter de si mesmo.

Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim. (Bíblia Sagrada: João, 14.6)

Leia o nosso livro, a verdade que liberta.
 A verdade que liberta

Um grande abraço!

Professor Rivaldo Neri

segunda-feira, 7 de março de 2016

Novo dia!

Hoje é mais um novo dia. E hoje quero ter a certeza de que haverei de amar mais.

Hoje, quando acordei, o cantar dos pássaros anunciava uma nova esperança, e vi esta esperança brilhando nos olhos dos homens.

Hoje, quando acordei, vi flores se abrindo anunciando um novo despertar e trazendo-nos a certeza de que o mundo vai melhorar.

Hoje, quando acordei, compreendi que posso amar mais, sem, necessariamente, deseje receber algo em troca.

Hoje, quando acordei, agradeci a Deus pela liberdade que me permite viver uma vida cheia de paz, união com os meus irmãos e que posso adorá-Lo livremente.

Hoje, quando acordei, percebi que não mais preciso comprar o sorriso de uma criança; elas aprenderam a sorrir de maneira pura e feliz.

Hoje, quando acordei, não mais vi a face triste do trabalhador. Vi um sorriso alegre de quem já superou as adversidades da vida e venceu.

Hoje, quando acordei, feliz estava o meu coração, e assim, fiz esta oração aos céus:
Deus meu! Quero, neste dia, ver todos os meus irmãos na mesma direção. Ninguém atrás nem adiante. Todos em um só caminho, seguindo a um só Senhor: JESUS!
“Eu sou o caminho, a verdade, e a vida. Ninguém vai ao pai senão por mim”.


Um grande abraço!

Professor Rivaldo Neri

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

RECOMEÇO

Quantas vezes passam por nós oportunidades disfarçadas, e, por essa razão, não as percebemos no momento em que chegam?

Minha dica de hoje é, portanto, que a cada dia aprendamos um pouco mais a valorizar as pessoas e coisas importantes que nos são apresentadas em nossa vida.

Mas qual a razão dessas nossas primeiras palavras? Por que começamos este post de maneira tão sentimental? A resposta é porque talvez estejamos com saudades de amigos que passaram em nossa vida!

Hoje, dia 29 de fevereiro, encerra-se um mês; e se inicia um ano letivo para alunos e professores da rede pública de ensino do Distrito Federal. E, neste ano, não mais estarei nas escolas que trabalhei no ano de 2015. Na verdade, foram dois anos, também 2014 tive o privilégio de trabalhar nas escolas CEF 03 e CEF 10, com profissionais de alto gabarito e extremamente responsáveis.

Nesses dois últimos anos, tive a honra de conhecer pessoas extraordinárias, com as quais, muito aprendi. Homens e mulheres de um brilho contagiante, profissionais talentosos e zelosos em sua atividade. Um compromisso ímpar com a educação e as comunidades que se inserem no contexto dessas duas escolas.

Sim, deveras, não tenho dúvidas da grande dedicação desses mestres, diretores e servidores dessas referidas escolas. Tenho plena convicção de que esses nobres colegas, com muita sapiência e esmero, têm procurado dar o melhor de si para que seus alunos cresçam profissionalmente.

E aqui deixamos uma pergunta reflexiva: Quanto vale um professor?

Sinceramente! Não tenho a resposta. Todavia, espero, agradecido a Deus, que as comunidades que se inserem no contexto dessas escolas reconheçam o valor desses profissionais. E esse desejo não seria demagogo nem presunçoso de nossa parte.

Na verdade, de público, desejo que aquele ou aquela que, por ventura, lê esse pequeno artigo, veja o quanto admiro e reconheço o trabalho desses meus colegas em que pude testemunhar o grande empenho e esforço de cada um para que a educação neste país dê um salto.

Por fim, talvez, fique-lhe uma pergunta: Sim! Bonitas as suas palavras, mas o que esse relato tem a ver com a palavra “recomeço”?

Simples! Hoje, 29 de fevereiro, retornam-se as aulas da rede pública de ensino do Distrito Federal. Entretanto, para mim, será um recomeço diferente: não retornarei para as escolas aqui citadas.

Será um recomeço que, de certa forma, falta-me a boa companhia desses amigos e colegas de trabalho que muito contribuíram em minha ascensão profissional.

De fato, será um recomeço bem diferente. Novos horizontes. Novas conquistas. Novas amizades. Porém, uma certeza fica: continuarei na torcida para que, mais uma vez, o trabalho desses meus amigos professores, diretores e servidores das escolas CEF 03 e CEF 10 continue com o mesmo brilho dos anos anteriores. Podem ter certeza de que vocês fazem a diferença neste país de encontros e desencontros.

Quanto a mim, minha esperança é que também encontre nas escolas em que trabalharei neste 2016, o mesmo entusiasmo desses professores.

Meu desejo é encontrar a mesma simpatia das pessoas com as quais tive a honra de conviver nos últimos anos. Todavia, reconheço que isso é algo recíproco. Se desejarmos que os outros nos sejam simpáticos, sejamos nós, primeiro, a agir com espírito empático.

A propósito, desejo terminar esse post, com uma história que ilustrei um comentário feito em meu livro, “A verdade que Liberta”:
Conta uma popular lenda do oriente próximo que um rapaz chegou a um pequeno povoado onde estava sentado à beira de um oásis um velho e perguntou-lhe:- Que tipo de gente vive neste lugar? Ao que o velho respondeu:
- Que tipo de gente vivia no lugar de onde você vem?
- Ah! Um grupo de pessoas muito egoístas e malvadas. Creio que não deixei nada de bom no lugar de onde vim! Respondeu o visitante
Prontamente o velho retrucou:- Pois a mesma coisa você haverá de encontrar por aqui!
Em outro momento, outro visitante, passando pelo mesmo lugar, perguntou ao velho que ainda continuava à beira do oásis:- Que tipo de gente vive neste lugar? O velho homem do lugar respondeu com a mesma pergunta:
- Que tipo de gente vive no lugar de onde você vem?
- O homem visitante, sorrindo, respondeu:
- Ah! Um magnífico grupo de pessoas, amigas, hospitaleiras e gente muito honesta. Na verdade, sinto ter de deixá-las!
O ancião respondeu:- O mesmo encontrará por aqui, meu bom rapaz!
Um senhor, que também se encontrava no momento das duas conversas, perguntou, por sua vez, ao velho:- Como pode, o senhor dar respostas tão diferentes a mesma pergunta?
-
Cada um carrega dentro de si, o meio ambiente em que vive. A pessoa que nada encontra de bom nos lugares por onde passa, não poderá encontrar coisa diferente por aqui. Por outro lado, quem semeia a amizade, colherá amigos também aqui!

Por hoje é só! O trabalho nos chama. Ah! Para não me esquecer, as escolas aqui citadas ficam na cidade do Gama, região administrativa de Brasília, no Distrito Federal.
 Conheça o CEF 3 
 Conheça o CEF 10


Um grande abraço!

Professor Rivaldo Neri

sábado, 23 de janeiro de 2016

Preparação

Certa vez, li em um dos livros do Dr. Lair Ribeiro a seguinte afirmação: “Sorte é quando preparação encontra oportunidade”.  Esta frase, sem dúvida,  teve grande impacto para mim, assim como espero que tenha também para você.

E como ilustração para a nossa palavra de hoje, preparação, quero compartilhar com você algo que escrevi em meu livro, A Verdade que Liberta. Eis o texto:

“Dois homens ganharam um terreno para semear. Os terrenos eram vizinhos, portanto, tinham as mesmas condições climáticas. 
Um dos homens, ao receber a doação do terreno, logo tratou de preparar o solo para sua plantação. Apesar de não ser época propícia para o plantio, e a região ser bastante castigada pela seca, aquele homem não cansara de preparar sua terra. Todos os dias, manhã e tarde, regularmente, lá estava aquele agricultor confiante a cuidar de seu terreno.
Porém, o outro, que ganhara o terreno nas mesmas condições, com o mesmo desafio, não quis ter a mesma preocupação. Este dizia não estar preocupado, pois não era o momento. Quando desse sinal de inverno, ele, então, prepararia sua terra. 
Certo dia, subitamente, o Sol se põe, as nuvens se fecham, o dia escurece, e chove naquela região.
O primeiro homem, que preparara suas terras em tempo hábil, olhou para os céus, e feliz disse: Obrigado Senhor! Ouvistes a minha oração! 
O outro, amargurado de alma, questionava a Deus: Deus! Estás contra mim? O Senhor não esperou que eu preparasse minhas terras para mandar chuvas!
A moral dessa história é que devemos aproveitar as oportunidades que o Senhor nosso Deus nos concede todos os dias. E, como quem verdadeiramente acredita no poder de Deus, fazer a nossa parte, mesmo quando as condições parecerem contrárias. Deus jamais falhará com o homem que n´Ele espera e confia. 
O primeiro homem confiou em Deus, e, mesmo a situação não sendo favorável, ele acreditava que Deus poderia transformar tudo. Até mesmo em terra seca faria chover fora de época, se assim fosse sua vontade soberana. O segundo homem se acomodou. De certo modo, não acreditou que Deus é quem opera a natureza e tudo que nela há, segundo o conselho de Sua soberana vontade. 
Eis aí, portanto, a história de um homem que se preparou para o futuro. Estamos falando, claro, do primeiro homem desta narrativa. E é exatamente isso que estamos lhe propondo: prepare-se para o futuro e alcance o sucesso em qualquer área de sua vida”.
Um grande abraço!

Professor Rivaldo Neri

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